sábado, 22 de novembro de 2014

o Inverno?


...não darei por ele.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

escolheste morrer, Outono?

e quando, num instante, o Outono morrer...
rumaremos à Primavera.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

a luz?

pode ser a escuridão... 
e nela, ver a claridade.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

on a rainy day...

no rainbow.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Close to me...

... Diria Mr. Robert Smith.
                                   

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

dolente e suave...

o campo seca num Outono suspenso... e secam as palavras.

sábado, 15 de novembro de 2014

Porta 19

   Ali.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

berço da terra dos sonhos


                                           
uma imagem. mil histórias.
 Ouvem-se num berço.
 E inventam-se. Dizem.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

«fontainices»

a lebre pensava o mesmo.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

passage scellé.

aprés sous-estimation.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

l'(a)mur

un mur m'a dit.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

silêncio.

esvoaçar entre silêncios e sombras. 
ouço e faço ouvir murmúrios de tudo ou de nada.  

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

aberta.

será sempre uma porta aberta. dia e noite.


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

passagem.

a passagem do vento. o abandono. 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

O deserto.

ontem, pela enésima vez,  "O paciente inglês"...
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"That's all I've wanted, to walk in such a place with you, with friends.
An Earth without maps. The lamp's gone out, and I'm writing... In the darkness."


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

não se esquece, pois não?

"Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está? As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre." 
disse o MEC in «Último Volume»