quarta-feira, 24 de março de 2010

Suor


Salgado escorres pelo rosto. Bebo-te com sofreguidão…
estarei louco?!? Mas não!

ânsia de continuar sem tempo p’ra parar, p’ra limpar, evaporar.
qual secura que me invade, valendo tudo p’ra te matar;
para não secar!

sol que queima, devora a pele sem razão.

esforço árduo até ao êxtase, transformado numa quietude descontrolada,

que m’inunda a alma e faz ansiar p’la próxima jornada !

Eurico Rodrigues Conde

23/3/2010

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